Jaqueline Gilmara Barboza Januário, Carolina Moser Paraíso, Grasiele Scaramal Madrona
Article de revue (2018)
Document publié alors que les auteurs ou autrices n'étaient pas affiliés à Polytechnique Montréal
Résumé
Os compostos bioativos presentes em chás são muito estudados por apresentarem propriedades antioxidantes que são capazes de prevenir algumas doenças, neste sentido o chá de Hibiscus sabdariffa L., destaca-se principalmente por ser rico em antocianinas e também outros compostos fenólicos. Entretanto, poucos dados se têm em relação à estabilidade deste produto durante seu armazenamento. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o processo de extração e estabilidade de um chá de hibisco pronto para o consumo. Foram avaliadas as diferentes condições de extração (temperaturas e tempo de infusão para extração), avaliou-se ainda o pH, teor de sólidos solúveis, atividade antioxidante e formação de “tea cream” dos produtos obtidos durante seu armazenamento. Os dados foram avaliados por Anova e teste de Tukey a 5%. Os teores de compostos fenólicos e antocianinas foram maiores (p ≤ 0,05) para o chá quente do que para o chá frio. As avaliações feitas pelo método ABTS e DPPH, mostram que os chás de hibisco apresentam de fato alta atividade antioxidante. Em relação ao “Tea Cream” verificou-se que a extração feita a quente continha menos partículas suspensas do que a extração a frio. O pH dos chás 2.22 ficaram próximos ao encontrado na literatura. O teor de sólidos solúveis apresentaram diferenças significativas apenas na terceira semana de análise. A partir da terceira semana o chá frio era menos ácido do que o chá quente.
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